GRAMSCI
GRAMSCI
TURMA TEORIA E PRÁTICA 2008.1
BIBLIOTECONOMIA_UFC
Disciplina do segundo semestre do curso de biblioteconomia da UFC, ministrada pela professora Débora Adriano.
Um weblog, blog ou blogue é uma página da Web cujas atualizações (chamadas posts) são organizadas cronologicamente de forma inversa (como um diário). Estes posts podem ou não pertencer ao mesmo gênero de escrita, referir-se ao mesmo assunto ou ter sido escritos pela mesma pessoa.
O weblog conta com algumas ferramentas para classificar informações técnicas a seu respeito, todas elas são disponibilizadas na internet por servidores e/ou usuários comuns. As ferramentas abrangem: registro de informações relativas a um site ou domínio da internet quanto ao número de acessos, páginas visitadas, tempo gasto, de qual site ou página o visitante veio, para onde vai do site ou página atual e uma série de outras informações.
É maravilhoso conhecer o mundo da leitura, saber da importância da do ato de ler, viajar no mundo encantado dos contos, descobrir aventuras novas.Ter uma visão crítica de mundo, este cheio de novos desafios a serem vencidos. A leitura da palavra é sempre precedida da leitura do mundo. Aprender a ler, a escrever, é antes de mais nada, aprender a ler o mundo, compreender o seu contexto. Isso foi o que essa disciplina passou, mostrou a realidade e a importância da leitura no meio social, ajudou também a me conhecer como um ser pensante,a conhecer o próximo, a fazer a leitura de vida de cada um. Se envolver na leituar é está diante de novos conhecimentos, é saber que a cada linha escrita ali tem uma emoção.
BANDEIRA 40
Atividade integrada ao Festival UFC de Cultura, a exposição Bandeira 40 dá sequência a uma série de eventos desenvolvidos pela Universidade Federal do Ceará em homenagem ao pintor cearense Antônio Bandeira. Coube ao Museu de Arte da UFC-MAUC, no ano de 2007, uma primeira homenagem através do Programa Bolsa-Arte, relembrando os quarenta anos de falecimento do pintor, com um painel mural na esquina das ruas Carapinima e 13 de Maio. Esta ação foi agraciada pelo IAB com o prêmio Gentilezas Urbanas. Continuando as homenagens, o Mauc relembra, em 2008, os quarenta anos de inauguração da Sala permanente Antônio Bandeira, com uma exposição da coleção completa das obras do artista pertencentes à UFC e de painéis impressos reproduzindo imagens fotográficas e documentos sob a guarda do Mauc e da família do artista.
A criação da sala permanente Antônio Bandeira, em 1968, representou a homenagem maior prestada pela Universidade Federal do Ceará àquele que além de partícipe, ao lado de Martins Filho, dos ideais de criação de um lugar de memória para a arte cearense, premiou o público de Fortaleza em 1961 e 1963 com mostras individuais, doando alguns trabalhos que, somados àqueles adquiridos pela UFC, compõem o acervo de quarenta obras presentes nesta mostra. São desenhos a bico de pena, guaches, óleos e serigrafias. Excluindo um retrato, de 1942, e dois pequenos trípticos, de 1953, todos os demais pertencem ao período que se estende desde a sua segunda estadia na Europa (1954 a 1959) até a sua última temporada no Brasil (1959 a 1964).
São trabalhos executados pelo pintor num período de pleno exercício e afirmação de sua linguagem abstrata, de significativa penetração de sua arte nos espaços culturais da Europa e, principalmente, da conquista de espaços nacionais e do reconhecimento e da admiração da crítica brasileira.
Um Bouquet Vermelho, Flora Azul, Amazonas Guerreando, Noturno, Árvores em Azul, entre outras, são obras de referência para a compreensão do processo criador do artista e do vocabulário de construção plástica de sua produção.
Complementando essa mostra estão os rastos visuais do pintor em suas andanças pelo mundo. Inicialmente, pela Universidade Federal do Ceará com imagens e documentos da abertura de suas exposições no Mauc, em 1961 e 1963, e de suas relações com o meio artístico universitário. Imagens do pintor no seu permanente reencontro com a cidade de Fortaleza, o mercado, as ruas, as feiras e o mar. Imagens do Rio e da Europa acompanhadas de singelas dedicatórias à família. Imagens de Bandeira pintando. Imagens, enfim, de Bandeira posando para retratos, carregado da consciência de quem antevia o respeito e a admiração que o olhar do tempo lhe dedicaria.
Agradecemos à família de Antônio Bandeira, especialmente à Cleide, a cessão de imagens e declaramos, com saudade, o incentivo que nos foi dado para a realização deste evento pelo Professor Ícaro de Sousa Moreira.
Prof. Pedro Eymar Barbosa Costa
Diretor do Mauc
“A década de 1960 é considerada por alguns filósofos e historiadores como a mais revolucionária da política internacional. Em vários continentes e em diversos países eclodiram movimentos reivindicatórios e libertários que questionavam o poder, a cultura e a economia.
Na França, país onde o movimento foi mais intenso, radical e de repercussões internacionais, uma greve iniciada por estudantes universitários rapidamente adquiriu contornos revolucionários mobilizando também trabalhadores – cerca de 10 milhões aderiram à greve dos estudantes – ganhando feições insurrecionais.
Nos Estados Unidos, os negros, sob a liderança de Martin Luther King, exigiam o fim da sociedade discricionária e reivindicavam direitos civis restritos à população branca. Martin Luther King foi assassinado em abril de 1968, mas sua mensagem conquistou corações e mentes e mudou a história e as relações de poder na América. Também as mulheres exigiam seus direitos, o fim da discriminação, igualdade no trabalho e no lar.
No Brasil, milhares de estudantes ganharam as ruas em todas as capitais do país exigindo o fim da ditadura militar. Movimentos culturais nas mais diversas formas de expressões artísticas nasciam influenciando para sempre o cenário cultural nacional. É com o objetivo de refletir sobre os principais acontecimentos dessa época que a Universidade Federal do Ceará, através da Associação dos Docentes (ADUFC), Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Administração Superior se uniram para realizar o Festival UFC de Cultura – Ecos de 68.” Texto extraido de : www.festivalufcdecultura.ufc.br
O festival reuniu mostra de cinema, teatro, oficinas, reizado , maracatú, shows com Fernada Takai e Otto. Mas na realidade o Ecos de 68 não é só um festival, é a comemoração dos quarenta anos de libertação cultural , artística, política e econêmica do país. O festival trouxe de volta a euforia dos movimentos estudantis da época, lembrou os que foram censurados e torturados pela libertação dos país. O que me entristece é a sensação de que muita gente esqueceu o “porque” do festival, que não era só uma semana de festa, era a comemoração de um momento histórico. Muita gente não parou pra pensar na época e refletir sobre a atualidade. Sei que não averá jamais movimento igual oa dos anos 60, mas para os que não viveram isso ter a possibilidade de conhecer o que foi que realmente aconteceu é uma oportunidade única.

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Hans Robert Jauss.
Inicia a concepção de Estética da Recepção

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É o que Mikhail Bakhitim define como o processo de interação entre textos que ocorre na polifonia, tanto na escrita como na leitura, o texto não é visto isoladamente, mas sim correlacionado com outros discursos similares e/ou próximos. Um texto é voz que dialoga com outros textos.
É constituído como ciência das relações, fundamental para se compreender a representação estética como construção de sentido.
Para Bakhitim a concepção de linguagem é dialógica, a ciência humana tem método e objeto dialógicos, suas idéias sobre o homem e a vida são marcadas pelo principio dialógico. É impossível pensar no homem fora das relações que o ligam ao outro. “Ser significa comunicar-se”.
O dialogismo é a condição para o sentido do discurso. O discurso não é individual, pois se constrói pelo menos entre dois interlocutores, que são seres sociais. E é constituído como um “diálogo entre discursos” mantendo relações com outros discursos, há intertextualidade entre os discursos. A interação dos interlocutores é o principio fundador da linguagem.
“A vida é dialógica por natureza”. Viver significa participar de um dialogo, interrogar, escutar, responder, estar de acordo.
TODOROV

Sócio Interacionismo
Vygotsky
Vigotsky assim como Piaget, defende a idéia de que a criação não é a miniatura de um adulto e sua mente funciona de forma bastante diferente.
Vigotsky afirma que uma criança se puder aprender com auxilio de outras pessoas, terá um ritmo de desenvolvimento mais acelerado que outra criança que tiver que fazê-lo sozinha.
Aprender com ajuda dois outros teria pelo menos dois grandes benefícios: um desenvolvimento mais acelerado e uma aprendizagem de vida em sociedade.
Letramento
Letramento é o resultado da ação de ensinar a ler e escrever. É o estado ou a condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como conseqüência de ter-se apropriado da escrita..
Surge, então, um novo sentido para o adjetivo letrado, que significava apenas “que, ou o que é versado em letras ou literatura; literato”, e que agora passa a caracterizar o indivíduo que domina a leitura, ou seja, que não só sabe ler e escrever (atributo daquele que é alfabetizado), mas também faz uso competente e freqüente da leitura e da escrita. Fala-se no letramento como ampliação do sentido de alfabetização.
O nível de letramento é determinado pela variedade de gêneros de textos escritos que a criança ou adulto reconhece. Segundo essa corrente, a criança que vive em um ambiente em que se lêem livros, jornais, revistas, bulas de remédios, receitas culinárias e outros tipos de literatura (ou em que se conversa sobre o que se leu, em que uns lêem para os outros em voz alta, lêem para a criança enriquecendo com gestos e ilustrações), o nível de letramento será superior ao de uma criança cujos pais não são alfabetizados, nem outras pessoas de seu convívio cotidiano lhe favoreçam este contato com o mundo letrado.
Estudiosos afirmam que são muitos os fatores que interferem na aprendizagem da língua escrita, porém estudos recentes incluem entre estes fatores o nível de letramento. Paulo Freire afirma que “na verdade, o domínio sobre os signos lingüísticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza, pressupõe uma experiência social que o precede – a da ‘leitura’ do mundo, que aqui chamamos de letramento